Reconhecimento destaca a transparência na gestão das emissões de gases de efeito estufa e fortalece a estratégia de sustentabilidade da instituição

Outubro de 2026 – Antes de definir como reduzir suas emissões, uma organização precisa entender de onde elas vêm. É nesse processo que o Sicoob dá um importante passo em sua agenda climática ao conquistar, já em sua primeira publicação, o Selo Prata do Programa Brasileiro GHG Protocol, concedido ao Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) publicado no Registro Público de Emissões.

O reconhecimento enfatiza a adoção de processos e controles para acompanhar as emissões e amplia a transparência na divulgação de informações ambientais. O Registro Público de Emissões é considerado o maior banco de dados de inventários corporativos de emissões da América Latina. A metodologia utilizada segue referências reconhecidas, como a ABNT NBR ISO 14064, o Programa Brasileiro GHG Protocol, as diretrizes do IPCC e a PCAF para emissões financiadas.

O levantamento oferece subsídios para a tomada de decisão e o planejamento da agenda climática, permitindo ao Sicoob acompanhar indicadores, estabelecer metas, identificar oportunidades de redução e definir prioridades para suas operações e carteira.

“Um dos avanços desse trabalho é aumentar a compreensão sobre onde estão concentrados os impactos climáticos do Sistema. Em 2025, 99,98% das emissões contabilizadas pelo Sicoob estavam no Escopo 3, enquanto as emissões relacionadas a investimentos representaram 99,93% do total”, afirma Ênio Meinen, Diretor de Coordenação Sistêmica, Sustentabilidade e Relações Institucionais do Sicoob. “Esse olhar para a carteira é fundamental para que a gestão climática esteja conectada às decisões do negócio”, complementa.

A iniciativa também contribui para o aprimoramento da governança climática, a gestão de riscos relacionados às mudanças climáticas e o atendimento a requisitos regulatórios, como os previstos na Resolução CMN nº 5.185/2024. Estruturada desde 2023, a estratégia vem incorporando gradativamente novas entidades e aprimorando as metodologias utilizadas.

Em 2025, o trabalho passou a contemplar todas as 14 cooperativas centrais aderentes, além das cooperativas singulares do Sicoob Central Unicoob. No ciclo Base 2026, serão incluídas 80 cooperativas singulares, o equivalente a 25% dessas instituições, como parte da trajetória para alcançar a cobertura integral até 2030.

A construção envolve diferentes estruturas do Sistema Sicoob, entre elas áreas do Centro Cooperativo Sicoob (CCS), cooperativas centrais e cooperativas singulares. A atuação integrada amplia a capacidade de acompanhar impactos e oportunidades relacionados à transição para uma economia de baixo carbono.

Ainda em 2026, o Sicoob elaborará seu primeiro Plano de Descarbonização, que deverá estabelecer prioridades, metas e ações para reduzir as emissões ao longo do tempo.

Para mais informações, consulte o Inventário Corporativo de Emissões GEE: https://www.sicoob.com.br/documents/d/relacaocooperados/inventario_gee_maio26

 

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